PATCHWORK é uma mistura harmônica de retalhos cortados em formas geométricas que se unem formando uma superfície de mosaico. O título escolhido para o nosso blog “PATCHWORK DE IDÉIAS”, tem como objetivo costurar em nosso espaço as idéias de cada artista para formar uma só na cabeça de cada seguidor, possibilitando maior conhecimento e interesse no amplo mundo das artes plásticas, musicais, cênicas, tecnológicas...
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
sábado, 4 de dezembro de 2010
os artista da terra
O artista que temos em nossa cidade é Luiz Mario ele adora cantar musica sertaneja ele tem os filhos que é musico junto com ele .
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
ARTES PLASTICAS - NORTE DE MINAS GERIAS
Artes plásticas, Exposição retrata Norte de Minas
Os trabalhos do artista plástico Waldecir Guimarães, natural de Januária, podem ser vistos em exposição na Galeria de Artes Godofredo Guedes, do Centro Cultural Hermes de Paula. A mostra vai até domingo, dia 21.
Denominada “Norte de Minas e suas Riquezas”, a exposição de Waldecir Guimarães, que utiliza a técnica de óleo sobre tela, reúne 30 obras, com tamanhos que variam de 80x60 a 1.40x70, todas destacando o meio-ambiente norte-mineiro com ênfase para o cerrado e para maior patrimônio natural: o Rio São Francisco. Os preços das telas variam de R$ 300,00 a R$ 800,00
“Gosto de trabalhar com o resgate histórico procurando, através da arte, mostrar a importância da natureza que caracteriza o Norte de Minas e, sobretudo, preservação, na vida das pessoas, muitas vezes são negligentes, ou indiferentes, em relação a isso”, disse Waldecir, que ao lado da esposa, Márcia Guimarães, também artista plástica, leciona na Escola Arte e Ofício, de Januária.
ESTRADA - Há mais de 30 anos atuando no segmento das artes plásticas, Waldecir Guimarães já é um nome reconhecido em várias regiões do país, onde promoveu seguidas exposições de seus trabalhos. Em meados do ano que vem, por exemplo, estará em Brasília para expor as telas no saguão principal da Câmara de Vereadores do Distrito Federal.
“Para esta exposição estou preparando novas telas, mas sempre com o cuidado de revelar as riquezas naturais do Norte de Minas” acrescenta o artista, que tem como patrocinadores os Correios, as prefeitura de Montes Claros e de Januária, além do Serviço Social do Comércio (Sesc) de Januária.
“São entidades que reconhecem a importância do meu trabalho, e que facilitam para que chegue cada vez mais a um número maior de pessoas. Sem este apoio, tudo seria mais complicado”, finalizou.
Postado por: ELZA APARECIDA COSTA
Artes plásticas retratam o sertão Norte-mineiro
| O artista plástico Ricardo Alves ao lado da obra “Ponte Maria da Cruz -Januária” O artista plástico Ricardo Alves, através do olhar apurado, dá vida a imagens como carro de bois, pequi e pelas várias paisagens do amanhecer e do fim de tarde sempre nas beiradas do rio São Francisco. É cor viva, com traços marcantes pelas características do sertanejo encontrado às margens do rio São Francisco. Ricardo Alves, em produções próprias, utiliza técnicas como a aquarela sobre papel e o óleo sobre tela. Não obstante existir nessa exposição apenas um trabalho de aquarela denominado “Passa Tempo”, que mostra uma senhora sentada embaixo de um ipê amarelo, mesmo assim, já é o bastante para que o espectador possa avaliar com minudências o seu belíssimo trabalho. O artista, que nasceu em Pirapora, cidade ribeirinha, desde a infância sempre foi um apaixonado por desenhos e, consequentemente, ele conta que descobriu ser um amante das artes. Sendo assim, decidiu dedicar parcela do seu tempo ao desenho e à pintura. Ricardo repassa seu talento nas artes plásticas para a população carente de Januária, com a utilização de técnicas de fácil assimilação. Atualmente, o curso está com inscrições abertas que vão até quarta-feira (29). Para se inscrever os interessados devem se dirigir à Rua Visconde de Ouro Preto, 92, Centro, de 9h às 12h e das 14h às 18h. Os cursos iniciam no próximo sábado (2) e devem atender a 10 participantes. Em relação à realização de cursos em Montes Claros, Ricardo Alves conta que é preciso ter incentivos para que isso seja possível. O sertão retratado pelo olhar do artista Os buritizeiros e as barrigudas, duas árvores constantes do cerrado norte-mineiro, são retratadas pelas mãos de Ricardo. “Procuro sempre valorizar os temas do cotidiano regional, levando para as telas os costumes e as riquezas do sertão mineiro: o rio São Francisco, o pescador, os frutos e as flores do cerrado e tantas outras preciosidades que compõem as riquezas da região”, comenta o artista. Alves destaca a importância da pesquisa para a realização dos trabalhos para a realização de catálogos de obras produzidas que abordam a vida do autor, os jovens que realizam os cursos e as artes desenvolvidas pelo artista. “A pesquisa é muito interessante e fundamental para a consolidação do trabalho”, comenta. A Igreja do Rosário em Januária foi uma dos registros captados pelos olhos do artista e que se consolidou em um dos quadros do artista. “A minha metodologia consiste em captar primeiro, por meio da fotografia e, depois a imagem ganha vida nas pinceladas do artista”, completa o Alves. Perguntado sobre quais os critérios adotados nas imagens e o foco, Ricardo Alves comenta que tudo é por conta da percepção de um momento e de um dado lugar, para que, posteriormente seja materializado nas pinturas. (STÊNIO AGUIAR). Postado por: EVA DE JESUS COSTA |
MARCELO RIBAS - ARTISTAS DA TERRA
MARCELO RIBAS
O artesanato com coco, com apliques de outro e prata, é um dos mais bonitos encontrados no estado de Minas Gerais. O artesão Marcelo Ribas, que trabalha com estes materiais, tem esta arte como ofício desde 1988.
- Isso aconteceu quando resolvi conhecer o mundo e fui aprendendo mais sobre o artesanato. Fui conhecendo novas pessoas, novas culturas e aprendi o artesanato com metais, couro, linha, palha e outros materiais, com os quais fui criando a minha técnica e a minha arte. Atualmente, eu trabalho com coco, prata e ouro - conta.
Parte do material é comprada, e o restante é colhido pelo próprio artista.

Para Marcelo Ribas, o viver de artesanato, hoje em dia, tem dois lados, do ponto de vista da vivência e do financeiro.
- Eu vivo de artesanato há mais de 20 anos. O ponto da vivencia não tem preço, moro em Milho Verde e lá eu tenho outra qualidade de vida. E financeiramente vai depender da época e do local. Há quatro semanas não vendi nada em São Paulo, mas essa semana em Montes Claros eu vendi bem. Locais bons são festivais. Procuro sempre ir para lugares onde tenha turistas. Em São Paulo eu vendo em atacado, mas prefiro trabalhar em contato com o cliente - diz.
O artesão já viajou para vários lugares, dentro e fora do país. No roteiro percorrido pelo artista, países como Peru e Argentina, e estados como Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Bahia e Rio Grande do Norte.
- Só a experiência e a vivência de ir nestes locais e mostrar o meu trabalho é gratificante. O mais legal de tudo é que posso levar a origem do meu trabalho para vários lugares, como, por exemplo, o coco com ouro é de Diamantina, e o coco com prata é de Montes Claros - afirma.
Ribas possui ateliê em Milho Verde, mas pretende ficar em Montes Claros até as festas de agosto.
- Trabalho com várias técnicas, desde fundir o metal com o coco bruto, para saber como você vai abri-lo e vai formar. Também uso muitas técnicas de joalherias, transformando em fio e chapa, e misturo com a técnica do coco, unindo os dois. Eu sou visitante na feirinha, não tenho dias fixos para ir - conclui.
POSTADO POR: ELZA APARECIDA
TEO AZEVEDO - ARTISTA DA TERRA
TEO AZEVEDO
Essas são palavras de Teófilo Azevedo Filho, ou Téo Azevedo, violeiro, pesquisador de cultura popular, autor de cordéis, produtor musical, compositor e cantor, nascido em Alto Belo, distrito de Bocaiúva, Norte de Minas, no ano de 1943.
Há 50 anos, Téo está na trincheira, em defesa da cultura popular. Trabalha desde muito cedo, sempre misturando arte e trabalho. Aos 9 anos, já engraxava sapatos e recitava versos de improviso para atrair clientes em Montes Claros, Minas Gerais. Fazendo isso com sucesso, atraiu a atenção de muitas pessoas, dentre elas um camelô pernambucano, chamado Antônio Salvino, seu "descobridor", que o levou a várias feiras pelo Nordeste, onde se apresentavam juntos. A função de Téo era se apresentar com uma jibóia enrolada no pescoço, cantando calango de improviso em quadras, também para atrair a clientela para o parceiro.
Aos 14 anos, já sozinho, chega a Belo Horizonte, onde canta repentes e vende cordéis de sua autoria nas feiras livres da cidade. "Confundido" com vadio, foi preso várias vezes. Dormiu na rua, foi pintor de pára-choques de caminhão, lutador de boxe e soldado do Exército, onde deu baixa como corneteiro, mas sempre cantando e recitando seus versos por onde quer que passasse. Fez sua primeira gravação, em acetato, no antigo Estúdio Discobel, ainda em BH. Foram tirados 30 exemplares do disco que continha a música Deus te salve casa santa (Cálix Bento). Cinco foram entregues às rádios AM da cidade e os restantes vendidos. Téo chegou a gravar 300 músicas nesse processo independente, muito difundido na época, e facilitava a aparição de novos artistas, que não tinham espaço nas gravadoras transnacionais.
EVA DE JESUS COSTA SIQUEIRA
Essas são palavras de Teófilo Azevedo Filho, ou Téo Azevedo, violeiro, pesquisador de cultura popular, autor de cordéis, produtor musical, compositor e cantor, nascido em Alto Belo, distrito de Bocaiúva, Norte de Minas, no ano de 1943.
Há 50 anos, Téo está na trincheira, em defesa da cultura popular. Trabalha desde muito cedo, sempre misturando arte e trabalho. Aos 9 anos, já engraxava sapatos e recitava versos de improviso para atrair clientes em Montes Claros, Minas Gerais. Fazendo isso com sucesso, atraiu a atenção de muitas pessoas, dentre elas um camelô pernambucano, chamado Antônio Salvino, seu "descobridor", que o levou a várias feiras pelo Nordeste, onde se apresentavam juntos. A função de Téo era se apresentar com uma jibóia enrolada no pescoço, cantando calango de improviso em quadras, também para atrair a clientela para o parceiro.
Aos 14 anos, já sozinho, chega a Belo Horizonte, onde canta repentes e vende cordéis de sua autoria nas feiras livres da cidade. "Confundido" com vadio, foi preso várias vezes. Dormiu na rua, foi pintor de pára-choques de caminhão, lutador de boxe e soldado do Exército, onde deu baixa como corneteiro, mas sempre cantando e recitando seus versos por onde quer que passasse. Fez sua primeira gravação, em acetato, no antigo Estúdio Discobel, ainda em BH. Foram tirados 30 exemplares do disco que continha a música Deus te salve casa santa (Cálix Bento). Cinco foram entregues às rádios AM da cidade e os restantes vendidos. Téo chegou a gravar 300 músicas nesse processo independente, muito difundido na época, e facilitava a aparição de novos artistas, que não tinham espaço nas gravadoras transnacionais.
EVA DE JESUS COSTA SIQUEIRA
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
ARTISTA DA TERRA - Teu Azevedo Téo Azevedo, como afirma, nasceu poeta e apoia a instalação do cordel como ferramenta cultural obrigatória nas escolas. Partindo do pressuposto de que “o poeta nasce feito”, para ele, para fazer literatura de cordel o interessado tem que ter nascido com o dom da poesia. A poesia, no cordel, não acompanhou as mudanças trazidas pelo modernismo, nela devem encontrar-se presentes a métrica e a rima, que segundo Téo Azevedo devem estar no sangue do poeta.
O músico e compositor Téo Azevedo da Academia de Letras, Ciências e Artes do São Francisco, é também um produtor de literatura de cordel.
É costume afirmar-se que a literatura de cordel, porque produzida pelo povo, não é elaborada em nível artístico por se constituir em uma difusão da arte popular, todavia, Téo Azevedo produz uma literatura de cordel de alto nível. A literatura de cordel é importante, tanto que existe, com sede no Rio de Janeiro, a Academia Brasileira de Literatura de Cordel, fundada em dia 7 de setembro de 1988.
Téo Azevedo, como afirma, nasceu poeta e apoia a instalação do cordel como ferramenta cultural obrigatória nas escolas. Partindo do pressuposto de que “o poeta nasce feito”, para ele, para fazer literatura de cordel o interessado tem que ter nascido com o dom da poesia.
A poesia, no cordel, não acompanhou as mudanças trazidas pelo modernismo, nela devem encontrar-se presentes a métrica e a rima, que segundo Téo Azevedo devem estar no sangue do poeta.
É costume afirmar-se que a literatura de cordel, porque produzida pelo povo, não é elaborada em nível artístico por se constituir em uma difusão da arte popular, todavia, Téo Azevedo produz uma literatura de cordel de alto nível. A literatura de cordel é importante, tanto que existe, com sede no Rio de Janeiro, a Academia Brasileira de Literatura de Cordel, fundada em dia 7 de setembro de 1988.
Téo Azevedo, como afirma, nasceu poeta e apoia a instalação do cordel como ferramenta cultural obrigatória nas escolas. Partindo do pressuposto de que “o poeta nasce feito”, para ele, para fazer literatura de cordel o interessado tem que ter nascido com o dom da poesia.
A poesia, no cordel, não acompanhou as mudanças trazidas pelo modernismo, nela devem encontrar-se presentes a métrica e a rima, que segundo Téo Azevedo devem estar no sangue do poeta.
ARTISTAS DO NORTE DE MINAS BOTUMIRIM
AAB – Associação dos Artesãos de Botumirim
A associação de Botumirim é bastante jovem, tem apenas 02 anos de existência, mas já tem história pra contar. Buscando uma possibilidade de melhorar a qualidade de vida sem precisar sair da cidade, um pequeno grupo procurou as pessoas mais velhas da comunidade para aprender tecelagem. Com os sábios ensinamentos, passaram a produzir peças diversas: colchas, jogos americanos, almofadas, etc. Recentemente uma consultoria do SEBRAE ensinou as técnicas necessárias para utilização de matérias primas locais como a fibra de buriti, muito presente atualmente nos bordados desses artesãos. Mas não é só a matéria-prima que vem da região, a inspiração também: são santinhos, mulheres trabalhadoras, cantigas de roça, flores do cerrado, entre outros temas que fazem parte do cotidiano dessas pessoas. Ninguém pode negar que esse grupo tem muita força de vontade. Conseguiram teares com o Governo do Estado e concessão de uso de um espaço para a associação com a prefeitura. Com tanto talento e persistência, não existe limite para os artesãos da AAB!
ARTE LUZ
Região do Vale do Jequitinhonha - MG
Arteluz
No município de Itaobim encontramos uma bucólica comunidade chamada Estação da Luz. Descobrimos lá mulheres artesãs que, há alguns anos, se dedicavam ao trançado de esteiras de fibra de taboa. Frente à desvalorização desse mercado, o grupo foi aconselhado pelo Projeto ARTESOL, atuante na região à época, a trançar caixas com a fibra, cujo valor e aceitação do mercado seriam maiores. Esse grupo se organizou como Associação Arteluz e hoje conta com 18 artesãs. A produção ganhou qualidade mas a comercialização, no entanto, continuou a ser esparsa e irregular. Gracinha, uma das líderes do grupo, que nos recebeu em sua casa, nos contou que às vezes o grupo fica meses sem vender uma peça, o que obriga todas elas a complementar a renda com o duro trabalho na roça. Já Mira, presidente da associação, quando perguntada sobre seu sonho, nos disse: “Ter bastante encomenda pra eu trabalhar muito”. Entre elas se destaca, também, D. Maria Pretinha, artesã de 105 anos, um grande exemplo de força e persistência. Em suas casas, com a fibra de taboa que colhem em seus quintais, essas mulheres de fibra tecem caixas incríveis.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
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